JARDIM |
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História |
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Segundo Armando de Sacadura Falcão, a primeira pessoa que usou
deste apelido no continente foi José dos Santos Pereira Jardim,
nascido em 1753 na freguesia de Santa Maria de Gulpilhares, Vila Nova
de Gaia. • Jardim é um lugar da freguesia de S. Pedro de Vilar do Paraíso, também em Vila Nova de Gaia, onde viveram os seus avós paternos que eram senhores de casa no Jardim. • Dois filhos daquele José dos Santos Pereira Jardim - José e Francisco - casaram e estabeleceram-se na Figueira da Foz e em Coimbra, dando origem a dois ramos da família. • Conhece-se a existência de uma outra família que em tempos mais recuados usava já este apelido, originária da ilha da Madeira, pela matrícula de um Manuel Gomes Jardim na Universidade de Coimbra em 1685. • Aparentemente, a este ramo pertencia Antonio Pereira Jardim, natural da freguesia do Arco da Calheta, Ilha da • Madeira, bispado do Funchal, casado na Bahia (Brasil) com D. Maria Josefa de Jesus, natural da vila Jaguaribe. Veio para as Minas e residiu em Raposos e Sabará, de quem ficou descendência que continuou o apelido. |
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Títulos,
Morgados e Senhorios • Condes de Fontalva |
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Condes de Valenças • Viscondes de Monte São |
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Cargos
e Profissões • Advogados |
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| • Engenheiros
• Ministros |
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Alves
História Alves
é um apelido de origem patronímica que deriva da abreviatura
de Álvares, filho de Álvaro. Só em finais do século
XIX se começa a generalizar o seu uso. Alves
Barbosa Alfredo
Alves |
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História
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Ramo da Casa de Bragança descendente do senhor D. Álvaro,
quarto filho do 2º duque de Bragança, D. Fernando. • Apesar de filho natural do rei D. João I, o 1º duque de Bragança, D. Afonso, não usou apelido de família como era a prática seguida pela Casa Real e o mesmo aconteceu com seus filhos. • Os filhos do senhor D. Álvaro, que casou com a herdeira do 1º conde de Olivença, D. Filipa de Melo, passaram a usar o apelido de sua mãe (Melo). • Mais tarde, em memória do condestável D. Nuno Álvares Pereira, seu antepassado e tronco da Casa de Bragança, acrescentaram o seu apelido, que a partir do 1º duque de Cadaval (1638-1727) se fixou em Álvares Pereira de Melo. • A família mantem ainda hoje a varonia real, que será interrompida na próxima geração uma vez que o 10º duque de Cadaval, D. Jaime, e seu tio D. António, marquês de Cadaval, deixaram apenas descendência feminina |
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Armas |
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As da Casa de Bragança: de prata, aspa de vermelho carregada de
cinco escudetes de Portugal-antigo, alternados com qautro cruzes florenciadas
e vasias do primeiro esmalte. • Timbre: um cavalo sainte e enfreado de ouro, bridado de vernmelho, as rédeas de ouro, ferido de três lançadas no pescoço, vertendo sangue. |
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Títulos,
Morgados e Senhorios • Condes de Tentúgal |
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Duques de Cadaval • Duques de Lafões • Marqueses de Cadaval • Marqueses de Ferreira |