Sua vida. Sua história...

Desde quando comecei a fazer o meu site esta é a terceira ou quarta vez que inicio este projeto de escrever algo sobre a minha vida como heranças para os meus filhos e netos com a finalidade de que tenham mais informações sobre seus avós do que a que eu tenho hoje, em 12 de maio de 2005, século XXI. Sempre alguma coisa acontece. Ou um craker invade meu computador de deleta tudo, ou pego vírus que acaba bagunçando todos os programas fazendo com que eu tenha de formatar a máquina e acabo por perder tudo, em fim, faço mais uma tentativa neste momento e espero dar continuidade nesta história de vida.

 

Pouco se sabe da vida de meus avós pelo lado paterno. O vô Eliseu e a vó Ana. O que sabemos da vó Ana é que era descendente de índios como o era a vó Benedita, mãe de minha mãe.

Não conheci os pais de meu pai, já os pais de minha mãe, cresci com eles, e os conheci muito bem.

Com dados colhidos no álbum de fotos da África de vovô João, fornecidos por minha tia Ainda e minha tia avó Elvira (pela tradição oral). Eles chegaram ao Brasil do fim do Século XIV, (+/-)1890. Chegaram ao Brasil trazidos por um navio cargueiro, embarcados em Figueira da Foz, uma cidade litorânea de Portugal.Eu tenho uma informação muito importante para nos descubrirmos.

Meu avô eu disse foi João Jardim Alves Pereira. Ele veio com o Pai Adriano Jardim Alves Pereira com a Vô Euvira para o Brasil com mais 04 irmãos e irmâ.

São Eles: Alcina Jardim; Ernesto Jardim, João Jardim; Ester Jardim; Eduardo Jardim; e Eduardo Jardim; nasceram no Brasil: Saul Jardim; Adriano Jardim Neto; Nainho(Oscar?) Jardim.

Portanto quem tiver como Bisavô ou Avõ com estes nomes faz parte do meu Ramo de parentes. Eu gostrtia de me comunicar com todos. Quem me passou estas informações foi a Tia Avô Elvira Jardim Camilo - Assis - filha do Tio avô Ernesto Jardim.

Segundo uma pesquisa, que fiz pela Internet, cheguei ao site da Genea Portugal e ali, encontrei alguma informação sobre a história da Família Jardim.

• “Segundo Armando de Sacadura Falcão, a primeira pessoa que usou deste apelido no continente foi José dos Santos Pereira Jardim, nascido em 1753, na freguesia de Santa Maria de Gulpilhares, Vila Nova de Gaia”.
• Jardim é um lugar da freguesia de S. Pedro de Vilar do Paraíso, também em Vila Nova de Gaia, onde viveram os seus avós paternos que eram senhores de casa no Jardim.
• Dois filhos daquele José dos Santos Pereira Jardim - José e Francisco - casaram e estabeleceram-se na Figueira da Foz e em Coimbra, dando origem a dois ramos da família.
• Conhece-se a existência de uma outra família que em tempos mais recuados usava já este apelido, originária da ilha da Madeira, pela matrícula de um Manuel Gomes Jardim na Universidade de Coimbra em 1685.
• Aparentemente, a este ramo pertencia Antonio Pereira Jardim, natural da freguesia do Arco da Calheta, Ilha da
• Madeira, bispado do Funchal, casado na Bahia (Brasil) com D. Maria Josefa de Jesus, natural da vila Jaguaribe. Veio para as Minas e residiu em Raposos e Sabará, de quem ficou descendência que continuou o apelido.

Títulos, Morgados e Senhorios.
• Condes de Fontalva
• Condes de Valenças
• Viscondes de Monte São

Cargos e Profissões
• Advogados
• Engenheiros
• Ministros

Pelas informações que temos bate com esta história.

Meu bisa Adriano Jardim Alves Pereira chegou ao Brasil com a esposa Elvira (2ª casamento) e mais 05(cinco) filhos: Alcina Jardim (filha do primeiro casamento – mãe morreu quando de seu nascimento); Ernesto Jardim; João Jardim; Ester Jardim e Eduardo Jardim; No Brasil nasceram: Saul Jardim; Adriano Jardim Neto e Oscar (Cainho) Jardim Alves Pereira, perfazendo um total de 8 filhos.

Foram enviados para o interior de São Paulo – Piraju estabelecendo-se em Sarutaiá, comprando uma padaria e 03 (três) casas com o dinheiros trazido com ele de Portugal.

Aos 09 de dezembro de 1952, nasceu em Assis, interior de São Paulo na Alto Sorocabana, Wagner Jardim da Costa, filho de Osias Camilo da Costa, nascido no Pavão uma fazenda que fica na parte rural da cidade de Assis e Diva Jardim Franco da Costa, nascida em Sarutaiá distrito de Piraju também interior de São Paulo, neto de João Jardim Alves Pereira, português, segundo informações da Ilha da Madeira e Benedita Franco Alves Pereira, nascida em Sarutaiá, distrito de Piraju na época, pelo lado materno e do lado paterno foram meus avós Eliseu Camilo da Costa e Ana Alves da Costa. Todos têm a sua história que será contada no desenvolver da nossa narrativa.

Minhas lembranças remontam aos meus 2 ou 3 anos de vida. Está muito confusa, não consigo definir exatamente os momentos da minha história. Lapso de lembranças desta época pulilam em minha memoria.

As primeira lembranças que tenho são da Vila Mariana, Rua das Rosas, onde meu avó tinha um sobrado e meus pais foram morar lá por volta de 1954 ou 55 não sei com exatidão, o fato mais forte foi uma vez que meu irmão Wanderlei (Lelei) 11 anos na época, desceu a Rua das Rosas em um carrinho de rolemã e caiu machucando seu ombro direito, que até hoje tem uma cicatriz. Até hoje tenho em minha memoria exatamente o lugar do sobrado, a rua e o bairro. Lembro-me tanbém que para chegar na Rua das Rosas tinhamos que pegar o bonde na Praça da Se.

Outro fato que tenho em minha memória que se confune nas datas, foi quando morávamos na casa de meus avós na Vila Xavier. Era uma casa bastante grande e nos fundos tinha ávores frutíferas, manga, laranja, limão, goiaba, jabuticabeira etc. Nesta ocasião me lembro que apanhei muito pois, eu tinha pego um tomate dos grandes da casa visinha e estava comendo escondido. Minha mãe sempre foi uma mulhres muito severa e não gostava da coisa tortas ou erradas, ai então, levei surra por isso.


Outro acontecimento envolvendo a minha foi o dia em que eu entrei no caminhão de um amigo de mossa familia e soltei o breque de mão e ela amdou descendo a rua onde estava estacionado. Lembro-me que o dono do caminhão cooreu atráz subindo na cabine freiando aquele enorme caminhão.

Lembranças avulsas e muito importante pra mim me vêm à memoria.

Da casa da tia Inha, também na Vila Xavier, que tinha uma mangueira cuja copa era muito grande e na época ficava repleta de mangas. Lembro-me que meu tio Quintiliano ficava possesso pois nesta época ele tinha que trocar o telado, pois as mangas quebravam tudo quando caiam. No fundo de sua casa tinha um pequeno pomar, uma árvore de cada espécie, jabuticabeira, figo, mexerica, laranja, amoras e tinha também uma parreira de uvas deliciosa que eu e meu primo Eber nos deliciavámos em sua epóca. Meu tio tinha um negócios, era este o nome que dávamos ao estabelecimento de vanda de ferragens.